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11/07/2014 13h45 - Atualizado em 24/08/2016 15h20
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CAIXA cria captador de latinhas para reciclagem

Terminal de autoatendimento bancário danificado foi transformado em coletor de latas

Rio Grande do Sul, Economia

 

 

A Caixa Econômica Federal idealizou e produziu, em parceria com entidades privadas e organizações não governamentais, um coletor de latas de alumínio para reciclagem, desenvolvido a partir do reaproveitamento de um terminal de autoatendimento bancário (ATM) danificado. O equipamento, que recebeu pintura alusiva à natureza e foi denominado de Eco Cash, também permite a visualização de conteúdos educativos.

A ideia da CAIXA de transformar os terminais danificados em uma máquina para a captação de latas de alumínimo para reciclagem teve como objetivo dar uma utilização alternativa e sustentável para o ATM. Os custos para o reparo de terminais danificados, se comparados ao valor de aquisição de um novo equipamento, podem inviabilizar o seu conserto.

"Incentivar o consumo consciente é uma prática alinhada a nossa política de sustentabilidade e responsabilidade social", afirmou Julio Schneiders Neto, gerente da Filial de Suporte Tecnológico do banco em Porto Alegre, um dos idealizadores do projeto.

Quinze jovens do Projeto Pescar - fundação que, em parceria com empresas e organizações, promove a iniciação profissional de jovens em situação de vulnerabilidade -  participaram da criação do equipamento. "Fomos responsáveis por calcular a área do reservatório e projetar o amassador de latinhas", contou Caroline de Oliveira Cardoso da Silva, emocionada com a oportunidade de por em prática os conhecimentos de mecânica e engenharia adquiridos por meio do Pescar.

O Eco Cash tem capacidade para armazenar 716 latas de alumínio, o equivalente a 10,5 quilos do metal. Conforme dados da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), para reciclar um quilo de alumínio é necessário somente 5% da energia que seria gasta para produzir a mesma quantidade do metal primário.

O terminal funciona ligado à rede elétrica e opera da seguinte forma: para cada lata depositada é gerada uma moeda fictícia, chamada de Guarani; os depósitos são contabilizados em um ranking, como se fosse um jogo. Além de incentivar, de forma lúdica, a reciclagem, o ATM servirá como uma fonte de recursos extras para escolas da rede pública. "O material coletado será encaminhado para a indústria de reciclagem e os recursos gerados retornarão para escola, que poderá usá-los, por exemplo, para a compra de livros e materiais didáticos", explicou Julio.

Da máquina antiga, foram reaproveitados o monitor, a web cam e a CPU. Não foram aproveitados o módulo dispensador de cédulas (necessários para transações financeiras – saques, especificamente) e a tampa frontal do ATM, onde é instalada a fechadura do cofre. O Eco Cash funciona ligado à rede elétrica, sem acesso à internet.

O equipamento permite também a visualização de conteúdos educativos. Os alunos podem assistir a reportagens e documentários relacionados ao processo de reciclagem do alumínio, a vídeos sobre os índios Guaranis, e a aulas do Projeto TV Escola, do Ministério da Educação (MEC). Outra funcionalidade disponível é o acesso a um portal de busca. Os alunos podem fazer pesquisas sobre assuntos variados, ajudando assim, na realização de trabalhos escolares.

Por enquanto, foi desenvolvido apenas um Eco Chash. O projeto piloto, no entanto, já foi aprovado pela CAIXA -  que trabalha na produção de mais três terminais para instalação nas agências-barco - e pela comunidade escolar. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Juventina Moreira de Oliveira, de Vacaria (RS), será a primeira a receber o ATM.  "O Eco Cash contribuirá para a promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável dos nossos alunos, colaboradores e de toda a nossa comunidade", afirmou a diretora Alcione Maria Paim Ferreira. O captador ficará na escola de 07 de agosto a 31 de outubro.

O equipamento foi desenvolvido pela CAIXA, em parceria com as empresas Azanonatec, Perto, Total Service, IT Quasar e contou com o apoio do Projeto Pescar, através do Grupo Digicon, e da ONG Moradia & Cidadania, entidade do terceiro setor criada por empregados do banco.

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