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01/12/2015 19h30 - Atualizado em 19/08/2016 17h44
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CAIXA Melhores Práticas 2015 premia os 20 projetos vencedores

Cinco iniciativas receberam o apoio financeiro do Fundo Socioambiental CAIXA

Brasil, Economia


A noite desta terça-feira (1º) foi de muita festa no Teatro da CAIXA Cultural Brasília. Vinte projetos que provocaram impacto na qualidade de vida nas comunidades em que atuam levaram uma estatueta na cerimônia da nona edição do Prêmio CAIXA Melhores Práticas. O objetivo é divulgar experiências bem-sucedidas e estimular que sejam replicadas país afora.

O Melhores Práticas teve 330 iniciativas inscritas, que passaram por diversas fases de avaliação, incluindo um júri externo. As 20 iniciativas selecionadas serão inscritas em premiações internacionais. Todas apresentaram resultados concretos e foram desenvolvidas por governos locais, entidades públicas, organizações da sociedade civil ou agentes privados. Cinco delas (25% do total) recebem recursos não reembolsáveis do Fundo Socioambiental CAIXA (FSA).

Para a presidenta da CAIXA, Miriam Belchior, ao reconhecer as melhores práticas, a CAIXA cumpre a missão de parceira do estado brasileiro, promovendo o desenvolvimento sustentável. "É um momento de muito orgulho. Junto ao prazer de ser premiado, vem a responsabilidade de registrar a experiência e ajudar outros interessados em reaplicar os projetos e conseguir resultados semelhantes. Esse trabalho significa fazer a diferença no Brasil. Esse trabalho de vocês faz um país melhor", disse a presidenta na cerimônia de premiação.

Criado em 2010, o FSA recebe até 2% do lucro anual da CAIXA para apoiar projetos socioambientais. O fundo já destinou R$ 18 milhões a projetos que propõem soluções para o desenvolvimento local, a integração das políticas públicas e a melhor adequação dos espaços construídos do Minha Casa Minha Vida.

Para o gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, Jean Benevides, o resultado consolida o fundo como um instrumento relevante para tirar do papel ações inovadoras e indutoras do desenvolvimento sustentável. “Ao mesmo tempo em que provoca mudanças nos padrões de produção e de consumo, o fundo torna concentra a estratégia de Sustentabilidade da CAIXA”.

Em 2016, as práticas premiadas participarão das etapas de reaplicação – por meio da realização de oficinas de Melhores Práticas –, divulgação e disseminação por meio do compartilhamento de experiências do banco, participação em exposições sobre o tema, publicações externas, eventos de divulgação e exposição fotográfica itinerante.

Segundo o coordenador nacional do Prêmio, Rafael Galeazzi, faz parte da missão da CAIXA atuar como parceira do estado brasileiro na execução de políticas públicas. "Pra CAIXA é uma honra participar desses projetos. É o trabalho do banco resultando efetivamente na melhoria de qualidade da população", avaliou Galeazzi.

Projetos vencedores apoiados pelo FSA

Embarca Marajó: o território do Marajó (PA) tem uma população de 487 mil habitantes. Agricultores familiares, assentados e populações tradicionais, que vivem na área rural, representam mais da metade deste total (56,59%), segundo o IBGE. O projeto conseguiu aglutinar um conjunto de organizações sociais, de diferentes segmentos da sociedade civil, representantes do poder público municipal, instituições públicas federais e estaduais. A execução das ações no Território do Marajó resultou na ampliação do conhecimento sobre a realidade dos municípios; maior envolvimento de atores locais no planejamento dos municípios; mais qualificação de demanda para alternativas econômicas mais sustentáveis, entre outras.


Geração Renda e Energia: o projeto consiste na venda da sobra de energia dos residenciais Morada do Salitre e Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, no sertão baiano. A cada R$ 100 arrecadados de receita vindos da microgeração, R$ 60 vão para os moradores, R$ 30 para um fundo destinado a investimentos em melhorias das áreas de uso comum e R$ 10 custeiam as despesas de manutenção dos condomínios.


Operação Borboleta: consiste na mobilização das famílias do residencial Viver Melhor 1, empreendimento do Minha Casa Minha Vida de Manaus (AM), para a sua inserção no mercado de trabalho e a conscientização sobre práticas de sustentabilidade. A iniciativa atende mais de 17 mil pessoas, focando na produção de doces e sabão, capacitação de serralheiros e costureiras. Também promove atividades de arborização e jardinagem nas vias públicas e áreas comuns, coleta seletiva, entre outros projeto. A Operação Borboleta gera em torno de R$ 680 por família.


Águas do Céu: Famílias Protegendo Nascentes e Florestas:  funciona desde 2009 em Recife (PE). O Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá identificou 24 nascentes degradadas do Grupo de Bacias Litorâneas. Entre os problemas detectados estão a distribuição e demarcação das áreas e ocupação irregular do solo. A experiência bem-sucedida em outras áreas recuperadas proporcionou à comunidade ribeirinha mais segurança para atuação do projeto. A geração de renda e alimento para subsistência, o empoderamento da população e o aumento da oferta de água hoje é realidade na área em que o projeto atua.


Replicando o Biodigestor: estimular a disseminação de biodigestores. Este é o objetivo do projeto realizado em Bom Conselho (PE), que beneficiou mais de 1,2 mil pessoas. Antes, os biodigestores eram construídos apenas em áreas restritas. Hoje, a tecnologia faz parte da vida de 335 famílias agricultoras atendidas pelo Minha Casa Minha Vida Rural em 24 cidades de Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O projeto preparou um vídeo e uma cartilha com 12 passos para a construção de um biodigestor. Também há conquistas relevantes na geração de trabalho e renda para fortalecer as economias locais.

 

Conheça todos os 20 vencedores:

Ajuri ambiental no DIST Viver Melhor Minha Casa Minha Vida em Manaus
Cidade: Manaus (AM)

Projeto geração de renda e energia renovável no Programa Minha Casa Minha Vida
Cidade: Juazeiro (BA)

O beneficiamento de frutas nativas do semiárido gera emprego, renda e transformação social no Sudoeste da Bahia
Cidade: Manoel Vitorino (BA)​

Arena para experimentação de esportes paralímpicos em shoppings
Cidade: Salvador (BA)

Protagonismo juvenil e quilombola
Cidade: Ouro Verde de Minas (MG)

Plantio comunitário de hortaliças na comunidade negra rural quilombola Ribeirão da Mutuca (MT)
Cidade: Nossa Senhora do Livramento (MT)

D​a violência ao território de paz
Cidade: Abaetetuba (PA)

Caminhos das boas práticas
Cidade: Belém (PA)

Fortalecimento institucional para o desenvolvimento sustentável no Marajó
Cidade: Breves (PA)

Banheiro redondo - uma estratégia para garantir saneamento básico
Cidade: Afogados da Ingazeira (PE)

Disseminando o biodigestor a partir da mobilização social
Cidade: Bom Conse​lho (PE)

Águas do céu: famílias assentadas protegendo nascentes e florestas
Cidade: Recife (PE)

Desenvolvimento local e ações integradas de requalificação urbana
Cidade: Teresina (PI)

Sustentabilidade socioambiental: fortalecendo os elos da reciclagem
Cidade: Campo Largo (PR)

Revitalização da bacia do Rio Ressaca: controle de cheias, saneamento ambiental e participação comunitária
Cidade: São José dos Pinhais (PR)

Produção social de moradia através de práticas coletivas por autogestão e ajuda mútua - MCMV Entidades Cooperativa Habitacional Esperança
Cidade: Rio de Janeiro (RJ)

Reuso de água residuária para produção de forragem em Santana do Seridó (RN)
Cidade: Santana do Seridó (RN)

Terra de todos: o poder compartilhado através da participação popular no meio rural
Cidade: Canguçu (RS)

Geração de cidadania
Cidade: Campo do Brito (SE)

Mulheres resgatando sua história: agroecologia e empoderamento de mulheres no alto sertão sergipano
Cidade: Porto da Folha (SE)​

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