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24/04/2018 18h30 - Atualizado em 26/04/2018 18h17
TAMANHO DA LETRA
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CAIXA reduz taxa de capital de giro para médias e grandes empresas em 38%

Setores empresariais comemoram queda de juros do crédito PJ, que pode ser contratado com taxa a partir de 0,85% a.m.

Brasil, Economia

nova_taxa_juros_interna.jpgA Caixa Econômica Federal reduziu, nesta terça-feira (24), a taxa de juros do capital de giro para médias e grandes empresas, de 1,37% ao mês para 0,85%, uma redução de 38%. A nova taxa de juros, já em vigor, permanece abaixo da média do mercado, que em fevereiro era de 1,44% ao mês. Representantes de segmentos empresariais consideram a medida positiva para acelerar o ritmo da atividade econômica.

Segundo o presidente da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, o banco destinou R$ 11 bilhões para o orçamento da linha de capital de giro este ano, com taxa de juros extremamente favoráveis ao segmento corporativo e com prazo de pagamento de até 48 meses. “Estamos promovendo uma redução de juros de forma sustentável nas linhas que beneficiam as médias e grandes empresas e que movimentam grande parte do PIB brasileiro, assim como fizemos com o crédito imobiliário”, destaca Nelson de Souza.

Com a medida, a CAIXA pretende atrair novos clientes para a carteira de pessoa jurídica. Segundo o diretor de Banco Corporativo da CAIXA, Roberto Luiz Bachmann, a mesa de operações corporativas da instituição subiu 60% nas consultas em março em relação à média de janeiro e fevereiro, refletindo aumento na procura por crédito.

_grafico_juros_capital-giro.jpgRedução “em boa hora”
A nova taxa de juros da CAIXA deve beneficiar mais de 23 mil empresas com faturamento superior a R$ 30 milhões. O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP, José Ricardo Roriz Coelho, considera a medida fundamental para apoiar as empresas e acelerar o ritmo da atividade econômica do país.

“A redução da taxa de juros do capital de giro pela Caixa Econômica Federal é uma medida muito importante no atual momento, em que as empresas precisam de crédito, principalmente a custo competitivo, até para voltar a investir e criar empregos. Isso também aumentará a concorrência entre os bancos”, disse Roriz Coelho.

Segundo o presidente da FIESP, o setor industrial é um forte demandante de crédito, principalmente de capital de giro, para o pagamento de fornecedores, funcionários, impostos e manutenção nas fábricas, entre outros. “Essa redução de juros vem em boa hora. Mas é fundamental que essa medida seja estendida também às pequenas empresas, porque esse setor enfrenta mais dificuldades para obter crédito”.

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Representando o setor de indústria têxtil, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Fernando Valente Pimentel, acrescentou que a decisão da CAIXA vai ao encontro das demandas do setor privado. “A redução das taxas de juros para as empresas, praticadas pela Caixa Econômica Federal, é uma das grandes notícias que tivemos nos últimos tempos”, disse.  

Pimentel espera que essas taxas cheguem ao cliente final, estimulando mais o ritmo de retomada econômica. “A taxa Selic (juro básico da economia) caiu a patamares históricos, jamais vistos no país, sem nenhum tipo de heterodoxia. Porém, a queda dos juros dos bancos comerciais está extremamente lenta, o que tem dificultado demasiadamente a recuperação da economia”, acrescentou.

Para Roberto Luiz Bachmann, a medida representa uma readequação de taxas de juros do banco ao novo cenário econômico. “A CAIXA entendeu que esse era o momento adequado para fazer essa movimentação, considerando a disponibilidade de recursos para essas linhas de capital de giro, de R$ 11 bilhões, suficientes para atender eventuais demandas empresariais”, disse o diretor de Corporativo da CAIXA.

A decisão da CAIXA é mais uma medida para incentivar a retomada econômica. Na semana passada, o banco reduziu os juros do crédito imobiliário para financiamento pessoa física com recursos da poupança. Além disso, aumentou a cota de financiamento do imóvel usado para 70% e retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos).

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