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08/08/2018 15h00 - Atualizado em 08/08/2018 16h37
TAMANHO DA LETRA
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CAIXA reduz juros do crédito imobiliário PJ e setor pode retomar produção de novos empreendimentos

O banco anunciou, nesta terça-feira (31), a redução das taxas de juros entre 1 e 2 pontos e os novos contratos podem ser feitos a partir de 9% a.a.

Brasil, Economia

2018-08-08_paulo-antunes-interna.jpgA redução de 1 a 2 pontos percentuais na taxa de juros do crédito imobiliário da CAIXA para o segmento de Pessoa Jurídica (PJ) deve reforçar o ânimo dos negócios da construção civil. Segundo o vice-presidente de Habitação da CAIXA, Paulo Antunes, a melhoria das condições de contratação das linhas de créditos – o piso da taxa para novos contratos passa a ser de 9% ao ano – tem como objetivo a retomada de lançamentos de empreendimentos para geração de emprego, renda e acesso à moradia.

"As empresas já conhecem o produto e trabalham com a CAIXA. O que vai acontecer agora é que elas vão ter um preço melhor para produzir as unidades habitacionais, o que gera um interesse maior em contrair os financiamentos e, consequentemente, realizar mais empreendimentos", explica Antunes. "Os beneficiários finais, que são as famílias, também ganham, pois terão melhores preços de compra."

As novas condições devem ser sentidas no mercado da construção civil imediatamente. "Inclusive, os contratos que estão em tramitação e que deverão ser assinados daqui por diante, já serão aplicados com essa redução da taxa de juros", garante Antunes.

Retomada
Segundo análise de dirigentes do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) e da Soltec Engenharia, situada em Brasília, a medida aquece o mercado já a partir deste segundo semestre. "O mercado imobiliário é muito dependente do crédito à produção. São investimentos muito elevados e os empreendedores dificilmente têm condições de arcar com recursos próprios", considerou o empresário Adalberto Valadão Júnior, diretor da Soltec.

A nova medida do banco vale para o financiamento da produção de empreendimentos habitacionais com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O objetivo é oferecer condições de crédito imobiliário atrativas aos clientes e, ao mesmo tempo, estimular mais negócios da construção civil.

Injeção de ânimo
A nova taxa de juros deve incentivar consideravelmente novos empreendimentos e lançamentos de imóveis nos Estados. "Em Brasília, por exemplo, o número de lançamentos este ano está maior do que em 2017. Nossa expectativa é de que esse mercado volte a crescer e uma taxa de juros menor deve ajudar a alavancar isso. Isso porque os empreendedores indecisos podem decidir voltar a investir nesse mercado", avalia Valadão Júnior.

A CAIXA confirma o bom momento em 2018. "O ritmo dos contratados em 2018 está mais acelerado que no ano passado, principalmente no tocante aos recursos oriundos do FGTS. Estamos executando o orçamento em ritmo acelerado. Em relação ao SBPE, que é outra fonte de recursos, estamos em linha com o orçamento. O ano tem bastante demanda, tanto das empresas quanto das famílias. A meta é realizar todo o orçamento disponibilizado", destaca Paulo Antunes.

Beneficiários indiretos
Ainda segundo Valadão Júnior, além de estimular o lançamento de unidades imobiliárias, o juro mais barato vai refletir junto ao público interessado na compra de imóveis. "Quando existe um número maior de lançamentos imobiliários – e essa queda na taxa de juros do financiamento à produção incentiva isso –, o mercado traz uma oferta maior de imóveis e, com isso, passa atender a um número maior de pessoas, oferecendo mais variedades e opções, além de preços variados".

O empresário destaca também os benefícios econômicos e sociais que a redução do juro da CAIXA para produção de imóveis deve promover. "Isso é bom para todo mundo. Mais negócios geram mais emprego e renda para população. É todo um ciclo que se fecha de maneira positiva quando existe um volume de investimento maior na construção civil."

Com opinião semelhante, o vice-presidente de Habitação do Sinduscon-SP, Ronaldo Cury, afirmou que a medida reforça a confiança no mercado da construção civil. "Essa medida traz de volta a confiança do empresário para conseguir lançar mais e empreender. Ela é importante para encorajar novos empreendimentos e alavancar os financiamentos neste segundo semestre."

Déficit de moradias
Cury voltou a destacar o elevado déficit imobiliário do País e reforçou ainda a importância de medidas que facilitem mais a contração do crédito imobiliário na ponta. "A demanda é sempre muito grande pela habitação, seja no Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste. As capitais brasileiras não param de crescer, resta saber se a parcela cabe no bolso do consumidor. Tudo que puxar essas parcelas para baixo será sempre positivo".

Como contratar o crédito
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