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07/01/2019 20h00 - Atualizado em 11/01/2019 18h04
TAMANHO DA LETRA
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CAIXA será a melhor estatal em termos de governança, afirma Pedro Guimarães

Em cerimônia de transmissão de cargo, novo presidente ressaltou vocação social da empresa e lançou duas metas: conquistar 20 milhões de clientes para o consignado e dobrar para 30 milhões os clientes que contratam produtos do banco

Brasil, Economia

2019-01-07_transmissao-de-cargo-interna-01.jpgO novo presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, ressaltou nesta segunda-feira (7), durante cerimônia de transmissão de cargo, no teatro da CAIXA Cultural Brasília, a vocação social do banco. "Todo relacionamento institucional do país com a população passa pela CAIXA", afirmou. Para Guimarães, o foco do banco deve ser o microcrédito, a ampliação do financiamento imobiliário com securitização em mercado, investimentos sustentáveis em infraestrutura, além da eficiência e governança.

Para isso, o presidente afirmou ser necessária uma mudança na política de concessão de crédito, que vai priorizar pequenas e médias empresas e o microcrédito. Guimarães lançou duas metas fundamentais para a CAIXA: conquistar 20 milhões de clientes para o consignado e dobrar para 30 milhões os clientes que contratam produtos do banco.

Para financiamentos de obras de infraestrutura, o foco será em ações que realmente beneficiem a sociedade, como iluminação pública, energias renováveis e saneamento básico. "Todo financiamento de infraestrutura obedecerá a duas perguntas: é rentável? É bom para sociedade? Somente financiaremos em caso positivo", afirmou Guimarães. 

Pontos estratégicos
O presidente Pedro Guimarães levantou diversos pontos que considera estratégicos para gestão da empresa. Destacou a meritocracia que regerá a ocupação de cargos no banco, o controle de custos, a governança, a mudança da política de crédito, a transparência dos financiamentos em infraestrutura, o foco nas pequenas e médias empresas e no microcrédito, além da proposta de visitar todos os estados brasileiros para apresentar as novas diretrizes e ouvir ideias diretamente dos funcionários, em cada região do país.

Pedro Guimarães também explicou que vai abrir o capital de subsidiárias do banco para pagar dívida com o Tesouro. “Não há privatização, o que há é abertura de capital”, afirmou. Guimarães afirmou ainda que haverá uma obsessão pelo controle de custos com o lançamento de um programa dirigido especialmente aos empregados da CAIXA. O presidente anunciou que seis mil gestores do banco farão curso de governança do Tribunal de Contas da União (TCU), que será parceiro da CAIXA juntamente com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público.

2019-01-07_transmissao-de-cargo-interna-02.jpgO ministro da Economia, Paulo Guedes, esteve presente na transmissão de cargo e elogiou o entusiasmo e preparo do novo presidente da CAIXA, além de ressaltar o bom trabalho realizado pelo antecessor de Guimarães, Nelson de Souza. Guedes afirmou que Guimarães terá a missão de reavaliar os financiamentos do FI-FGTS e que não será permitido o uso de recurso público sem retorno social.

O novo presidente assumiu o cargo no lugar de Nelson de Souza, que afirmou que entrega a CAIXA preparada para o novo governo e reestrutuda com foco na eficicência e na governança. Nelson passou para Pedro Guimarães o pin usado em cerimônias oficiais da CAIXA, simbolizando a transmissão do cargo.

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