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06/02/2019 15h00 - Atualizado em 07/02/2019 19h39
TAMANHO DA LETRA
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CAIXA Mais Brasil visita comunidades no Acre

Meta do banco é direcionar investimentos a projetos que beneficiem quem mais precisa

Rio Branco, Economia

Geralda Marques da Costa tem 53 anos e é casada com Osório Nonato, de 73 anos. Ele é aposentado e ajuda a mulher no negócio da família. Geralda faz salgados, bolo e a tradicional saltenha, um pastel típico da Bolívia que se popularizou no Acre. Hoje, o casal tem uma banca na frente da casa onde moram, na Cidade do Povo, em Rio Branco. O bairro foi construído para assentar as famílias que moravam em áreas de risco e sofriam com as enchentes na época das chuvas.

"Em 2009 passei pelo maior sufoco da minha vida. Em três dias a água levou tudo que eu construí a vida inteira e ainda peguei hepatite. Pensei que não ia sobreviver para contar essa história", narra Geralda, enquanto mostra com orgulho a casa em que vive agora. "Minha vida é completamente diferente. Aqui o terreno é grande e as encomendas aumentaram, por isso estou construindo uma cozinha com muito espaço pra fazer os salgados e bolos de aniversário. Agora não tenho mais que me preocupar com o alagamento e posso ter meus móveis em casa”, completa.

A história de Geralda e Osório é semelhante a de muitas outras pessoas que moram na Cidade do Povo. Atualmente, 3.348 famílias vivem no assentamento do programa Minha Casa Minha Vida, construído com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).  Cerca de 2.500 casas foram construídas com repasse da CAIXA, um investimento de R$ 152,8 milhões. O banco também financiou obras de infraestrutura no bairro, como vias de acesso, asfalto e saneamento. 2019-02-07_rio-branco-interna.jpg

No último dia do CAIXA Mais Brasil no Acre, a equipe foi à comunidade na Cidade do Povo para saber como vivem as famílias, como estão funcionando os equipamentos públicos e o que pode melhorar.

Esporte
Em Rio Branco, o CAIXA Mais Brasil também conheceu histórias de atletas que treinam no Centro de Iniciação ao Esporte (CIE). Fábio Mendes de Souza sofreu um acidente de trabalho e perdeu os movimentos das pernas. Há três anos ele encontrou no esporte um novo sentido para a vida e hoje faz parte do time de basquete em cadeira de rodas do CIE. 

“O esporte mudou minha vida, mas ainda enfrentamos dificuldades. Nosso time só não recebe um número maior de atletas porque faltam cadeiras adaptadas. Essa cadeira aqui eu adaptei com sucatas e restos de outras cadeiras que não serviam mais”, explica Souza.

Fábio ouviu do presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, que o banco pretende mudar a política de patrocínio. “Vamos deixar de patrocinar os grandes clubes e priorizar o patrocínio ao esporte de base e de grupos comunitários, como o time do Centro de Iniciação Esportiva de Rio Branco. Não faz sentido a CAIXA patrocinar quem não precisa do banco”, disse Guimarães.2019-02-07_acre-interna-02.jpg

O complexo esportivo onde o time de cadeirantes treina foi construído com R$ 5,7 milhões repassados pela CAIXA e é responsável pelo treinamento de atletas de categorias de base das federações olímpicas e paralímpicas. O centro esportivo tem capacidade de oferecer treinamento para atletas de nove modalidades esportivas e ainda oferece atividades de lazer para crianças da comunidade. “Esse papel social é importante porque estamos tirando as crianças da rua e daqui podem surgir grandes atletas", diz a professora de Educação Física do centro esportivo, Geovangela Galdino Alves.

Saúde
O CAIXA Mais Brasil também foi à fronteira do Acre com a Bolívia para conhecer os problemas de saúde enfrentados pela população de Brasiléia (AC), distante 240 quilômetros de Rio Branco. No antigo hospital da cidade, a equipe da CAIXA viu a falta de estrutura e equipamentos sucateados que eram usados até o final do ano passado. 

Agora, os atendimentos foram transferidos para o novo hospital de Brasiléia, construído com repasses da CAIXA. A metade da estrutura do novo hospital foi inaugurada e já está em funcionamento. Quando toda a estrutura estiver pronta, serão 92 leitos com capacidade de atender 140 mil habitantes dos municípios de Xapuri, Assis Brasil, Epitaciolândia e a cidade boliviana de Cobija, que faz fronteira com o Acre.2019-02-07_acre-interna-01.jpg

Assessoria aos municípios
Na visita do CAIXA Mais Brasil ao Acre também houve reuniões de trabalho com empresários da construção civil do estado, com o governador Gladson Cameli, e com a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri. Na oportunidade, o presidente Pedro Guimarães apresentou o Programa de Parceria CAIXA. Segundo a diretora de governo do banco, Tatiana Thomé, é um programa de assessoramento aos municípios para estruturação de projetos de parceiras público-privadas.

Nessas parcerias, o município cede algum direito de exploração para iniciativa privada. Em contrapartida, as empresas tem como obrigação investir em áreas como iluminação pública, esgotamento sanitário e tratamento de resíduos sólidos. Tatiana explica que a assessoria da CAIXA evita erros que podem comprometer o resultado dos projetos.  Qualquer prefeitura pode solicitar a assessoria do banco.

 

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